{"id":2437,"date":"2019-08-14T16:13:34","date_gmt":"2019-08-14T19:13:34","guid":{"rendered":"http:\/\/rehabitare.direito.ufmg.br\/?p=2437"},"modified":"2019-08-14T16:20:41","modified_gmt":"2019-08-14T19:20:41","slug":"airbnb-do-compartilhamento-do-quarto-vazio-a-exploracao-por-empresas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehabitare.direito.ufmg.br\/?p=2437","title":{"rendered":"AirBnB: do compartilhamento do quarto vazio \u00e0 explora\u00e7\u00e3o por empresas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Alguns cr\u00edticos enfatizam a dist\u00e2ncia entre as propostas originais de aplicativos como Uber e AirBnB e o que se tornaram hoje. Em 2015, Giana Eckhardt e Fleura Bardhi afirmavam, na\u00a0<i>Harvard Business Review<\/i>, que a \u201ceconomia do compartilhamento\u201d acabou por n\u00e3o ter nada que ver com o compartilhamento propriamente dito. Alugar um quarto por meio do AirBnB estaria menos relacionado a pr\u00e1ticas de consumo coletivo e consciente ou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de novos la\u00e7os de confian\u00e7a e muito mais ao consumo de um bem por um pre\u00e7o mais baixo e, claro, ao lucro da transa\u00e7\u00e3o comercial. Assim, \u201ceconomia do compartilhamento\u201d seria uma express\u00e3o enganosa. Alguns autores t\u00eam preferido falar em \u201ccapitalismo de plataforma\u201d, \u201ceconomia de acesso\u201d, \u201ccapitalismo de multid\u00e3o\u201d ou \u201c<i>gig economy<\/i>\u201d. Independentemente do nome que decidirmos utilizar, uma das principais quest\u00f5es \u00e9 saber como essas plataformas est\u00e3o ditando um novo modelo de neg\u00f3cios, provocando mudan\u00e7as estruturais que ainda n\u00e3o s\u00e3o completamente vis\u00edveis ou compreens\u00edveis em seu todo&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Para al\u00e9m dos problemas de competi\u00e7\u00e3o e tributa\u00e7\u00e3o que surgem da desestabiliza\u00e7\u00e3o dos mercados tradicionais de hotelaria e de corretoras imobili\u00e1rias (AirBnB\u00a0<i>versus<\/i>\u00a0hot\u00e9is e corretoras), as quest\u00f5es mais urgentes surgem do impacto que o modelo do AirBnB tem no mercado residencial de longo prazo nas cidades. Um apartamento ou uma casa inteira alugado para turistas por meio da plataforma deixa de ser alugado via lei de loca\u00e7\u00e3o para moradores locais, que v\u00e3o viver anos naquela unidade. O uso comercial do AirBnB acentua ainda mais este aspecto, j\u00e1 que as empresas que atuam na plataforma n\u00e3o v\u00e3o oferecer um quarto em um apartamento com mais pessoas ou colch\u00f5es de ar numa resid\u00eancia estudantil, mas uma unidade inteira&#8221;.<\/p>\n<p>Leia mais em: <a href=\"http:\/\/www.labcidade.fau.usp.br\/airbnb-do-compartilhamento-do-quarto-vazio-a-exploracao-por-empresas\/?fbclid=IwAR3jdKMXLMr0wJ-WwHaKP3t6KzNw_U19werJEzgX1bgw6nv-40me5I_MDCE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">LabCidade<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Alguns cr\u00edticos enfatizam a dist\u00e2ncia entre as propostas originais de aplicativos como Uber e AirBnB e o que se tornaram hoje. 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