{"id":4430,"date":"2024-11-27T23:29:41","date_gmt":"2024-11-28T02:29:41","guid":{"rendered":"http:\/\/rehabitare.direito.ufmg.br\/?p=4430"},"modified":"2024-11-27T23:29:43","modified_gmt":"2024-11-28T02:29:43","slug":"deficit-habitacional-em-minas-cresce-o-triplo-da-media-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rehabitare.direito.ufmg.br\/?p=4430","title":{"rendered":"D\u00e9ficit habitacional em Minas cresce o triplo da m\u00e9dia nacional"},"content":{"rendered":"\n<p>Nos canteiros e jardins, barracas de pl\u00e1stico. Nas esquinas e debaixo de marquises, cobertores e papel\u00f5es. Os \u201clares improvisados\u201d t\u00eam sido vistos com maior frequ\u00eancia nos arredores de Belo Horizonte e regi\u00e3o metropolitana. Eles est\u00e3o ali, em \u00e1reas bem centrais, como um lembrete de que o encarecimento do aluguel, a falta de oportunidades, o aumento do custo de vida e a dificuldade de acesso \u00e0 renda n\u00e3o est\u00e3o restritos \u00e0s \u00e1reas perif\u00e9ricas. Se para as camadas economicamente mais sens\u00edveis o que restou foi o relento, para a classe m\u00e9dia a coabita\u00e7\u00e3o avan\u00e7a e justifica parte da alta de 30% no d\u00e9ficit habitacional de Minas Gerais em seis anos, entre 2016 e 2022, conforme dados da Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro (FJP), divulgados neste ano. O d\u00e9ficit de 556,68 mil unidades habitacionais de Minas significa que fam\u00edlias de diferentes classes sociais, origens e hist\u00f3rias vivem em habita\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, pelas ruas, dividem moradia ou gastam boa parte da renda com pagamento do aluguel.<\/p>\n\n\n\n<p>O crescimento de 30% do d\u00e9ficit nas cidades mineiras foi o maior do Sudeste e fez o Estado saltar da terceira posi\u00e7\u00e3o para a segunda entre as unidades federativas com maior d\u00e9ficit habitacional do pa\u00eds, ultrapassando o Rio de Janeiro. S\u00e3o Paulo segue na lideran\u00e7a. No Brasil, o indicador cresceu 9,86%, passando de 5,65 milh\u00f5es para 6,21 milh\u00f5es. Ou seja, o d\u00e9ficit em Minas cresceu tr\u00eas vezes acima da m\u00e9dia nacional.<br><br>Apesar de servirem como uma refer\u00eancia importante do quadro de d\u00e9ficit habitacional, os n\u00fameros levantados pela Funda\u00e7\u00e3o Jo\u00e3o Pinheiro deixam de fora outro dado relevante para medir o problema da moradia no pa\u00eds: o n\u00famero de pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Minas Gerais, a quantidade de pessoas que vivem nas ruas quase triplicou de 2016 a 2022, ao passar de 8.718 para 25.927, segundo o Minist\u00e9rio dos Direitos Humanos. Dessas, 11.826 est\u00e3o em BH. Na capital, 24,58% delas foram para a rua por causa de perda da moradia. \u201cParte dessa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 reflexo da crise ap\u00f3s a pandemia\u201d, diz a gerente de incid\u00eancia em pol\u00edticas p\u00fablicas da Habitat Brasil, Raquel Ludermir.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.otempo.com.br\/especiais\/habitar\/2024\/11\/25\/deficit-habitacional-em-minas-cresce-o-triplo-da-media-nacional\">https:\/\/www.otempo.com.br\/especiais\/habitar\/2024\/11\/25\/deficit-habitacional-em-minas-cresce-o-triplo-da-media-nacional<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Foto: retirada da reportagem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos canteiros e jardins, barracas de pl\u00e1stico. Nas esquinas e debaixo de marquises, cobertores e papel\u00f5es. 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