” (…) Por exemplo, em Cochabamba, Bolívia, 420 famílias vivem na comunidade Maria Auxiliadora, em terras compradas e mantidas com base na confiança, como uma propriedade comunitária. A estrutura de governança da comunidade é baseada em lideranças femininas, que trocam a cada dois anos. Homens que se envolvem em violência doméstica são rejeitados e as famílias que sofrem com esse problema têm acesso a apoio especializado. A terra não pode ser vendida com fins lucrativos, o que mantém a habitação acessível.
Essas soluções ajudam os tomadores de decisão em cidades de rápido crescimento a atender à demanda por habitação, ao mesmo tempo que incentivam o desenvolvimento econômico e ambientes mais limpos e seguros. Acabar com o déficit habitacional, proporcionando acesso a moradias acessíveis, adequadas e seguras, irá beneficiar todos, não apenas a população desatendida ou de baixa renda, já que as cidades se tornam mais produtivas, ambientalmente sustentáveis e verdadeiramente para todos.”

Por Archdaily Br.

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