“Nestes últimos cinco anos, nós estamos sem posto de saúde e o poder público nem quer saber. Agora, para acessar o posto de saúde, o pessoal abriu um buraco no muro, por onde a gente passa. Primeiro passa o filho, depois passa a mãe, passa o pai, o cachorro, o papagaio, todo mundo passando por debaixo do muro pra acessar o posto. Caso contrário, temos que caminhar 10 quilômetros.(…) “A Dique está em cima de terras que são ouro hoje. Grandes lotes de terra já foram comprados por aqui por grandes empresários. Por isso, ela tem que ir morar lá na periferia junto com comunidades de outras regiões, gerando assim as famosas guerras que estão acontecendo”.”

Por Sul 21, serie Gentrificação, Porto Alegre, RS.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *