A partir do dia 14 de junho, o Museu da Energia, em São Paulo, recebe a segunda edição da exposição Onde Mora a Esperança, realizada pela Habitat para a Humanidade Brasil em parceria com a Whirlpool Corporation, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e com apoio do Ministério da Cultura. A mostra, com curadoria assinada por João Kulcsár e produção da Arquiprom, reúne 26 painéis fotográficos que atravessam continentes e culturas, revelando o que há de mais íntimo e poderoso na vida de qualquer pessoa: o lar.

Mais do que uma exposição de fotos, Onde Mora a Esperança é uma convocatória visual para pensar a moradia como direito. As imagens retratam famílias, comunidades e territórios onde a Habitat para a Humanidade atua há 45 anos em mais de 70 países. São registros que traduzem a luta por um futuro mais justo, partindo sempre do mesmo ponto de partida: a casa.

Esses retratos formam um contraste potente e necessário. Enquanto algumas imagens revelam conquistas concretas — uma reforma, uma cisterna, um chão firme — outras expõem o abismo que ainda separa milhões de brasileiros de uma habitação minimamente digna.

“Os cenários e as realidades registrados são múltiplos, mas estão unidos pela esperança presente em cada sonho, em cada conquista, em cada lar construído na luta pela garantia de moradias dignas e seguras para todos e todas”, afirma Socorro Leite, Diretora Executiva da Habitat Brasil.

Num país em que mais de 30 milhões de pessoas vivem em moradias inadequadas, a exposição chega em um momento crucial. Após os anos mais duros da pandemia, ficou ainda mais evidente que a casa não é só um abrigo: é saúde, é segurança, é estabilidade emocional e financeira. É o ponto de partida para qualquer outro direito.

Foto: retirada da reportagem.

Fonte: Habitat Brasil

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